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   As 10 maiores vulnerabilidades

Muitos problemas de vulnerabilidades em sites são decorrentes de erros de desenvolvimento, implementação ou configuração dos servidores. A OWASP, comunidade internacional referência em segurança web, divulga uma lista com as 10 vulnerabilidades mais exploradas em aplicações web. Confira abaixo o OWASP Top 10 e uma breve explicação sobre cada vulnerabilidade:


Cross Site Scripting (XSS): Os furos XSS ocorrem sempre que uma aplicação obtém as informações fornecidas pelo usuário e as envia de volta ao navegador sem realizar validação ou codificação daquele conteúdo. O XSS permite aos atacantes executarem scripts no navegador da vítima, o qual pode roubar sessões de usuário, pichar sites Web, introduzir worms, etc.


Falhas de Injeção: As falhas de injeção, em especial SQL Injection, são comuns em aplicações Web. A injeção ocorre quando os dados fornecidos pelo usuário são enviados a um interpretador com parte do comando ou consulta. A informação maliciosa fornecida pelo atacante engana o interpretador que irá executar comandos mal intencionados ou manipular as informações.


Execução maliciosa de arquivos: Os códigos vulneráveis à  inclusão remota de arquivos (RFI) permite ao atacante incluir código e dados maliciosos, resultando em ataques devastadores, como o comprometimento total do servidor. Os ataques de execução de arquivos maliciosos afeta PHP, XML e todos os frameworks que aceitem nomes de arquivo ou arquivos dos usuários.


Referência Insegura Direta à  Objetos: Uma referência direta à  objeto ocorre quando um desenvolvedor expõe a referência a um objeto implementado internamente, como é o caso de arquivos, diretórios, registros da base de dados ou chaves, na forma de uma URL ou parâmetro de formulário. Os atacantes podem manipular estas referências para acessar outros objetos sem autorização.


Cross Site Request Forgery (CSRF): Um ataque CSRF força o navegador da vítima, que esteja autenticado em uma aplicação, a enviar uma requisição pré-autenticada à  um servidor Web vulnerável, que por sua vez força o navegador da vítima a executar uma ação maliciosa em prol do atacante. O CSRF pode ser tão poderoso quanto à aplicação Web que ele ataca.


Vazamento de Informações e Tratamento de Erros Inapropriado: As aplicações podem divulgar informações sobre suas configurações, processos internos ou violar a privacidade por meio de uma série de problemas na aplicação, sem haver qualquer intenção. Os atacantes podem usar esta fragilidade para roubar informações consideradas sensíveis ou conduzir ataques mais estruturados.


Autenticação falha e Gerenciamento de Sessão: As credenciais de acesso e token de sessão não são protegidas apropriadamente com bastante frequência. Atacantes comprometem senhas, chaves ou tokens de autenticação de forma a assumir a identidade de outros usuários.


Armazenamento Criptográfico Inseguro: As aplicações Web raramente utilizam funções criptográficas de forma adequada para proteção de informações e credenciais. Os atacantes se aproveitam de informações mal protegidas para realizar roubo de identidade e outros crimes, como fraudes de cartões de crédito.


Comunicações inseguras: As aplicações frequentemente falham em criptografar tráfego de rede quando se faz necessário proteger comunicações críticas/confidenciais.


Falha de Restrição de Acesso à  URL: Frequentemente, uma aplicação protege suas funcionalidades críticas somente pela supressão de informações como links ou URLs para usuários não autorizados. Os atacantes podem fazer uso desta fragilidade para acessar e realizar operações não autorizadas por meio do acesso direto à s URLs.


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